Bom dia! Neste dormi umas 7 horas apenas. Apesar do cansaço, a mente já anseia por mais um dia em Nova York. Então.. .nada de dormir! Dormir só quando voltar pra Brasília.
Dando continuidade ao roteiro que preparei exaustivamente nos últimos dias antes da viagem, saímos em direção ao Central Park. A recepcionista me indica subir pela 5th Avenue até a 50th St onde o parque começa. Começamos então a partir da 32nd st, rua do hotel. Nesta rua por sinal, há vários hotéis e restaurantes coreanos. Não me pergunte por que. Rsrss..Lá vamos nós subir 18 ruas até o parque. Parece ser muito, mas não é. Na verdade, a ilha de Manhattan é bem menor do que ela parece ser em filmes, séries, etc. Andávamos por todos os lados quase nunca precisando de táxi ou metrô. Continuando...começamos a subir a 5th Avenue. Nosso objetivo era estar no parque em no máximo meia-hora, mas quem é que consegue passar por 18 ruas que cruzam com a 5th Avenue sem entrar em uma loja? Hahaha Impossível. Primeira parada: Tommy Hilfiger. Aliás, e que Tommy! 6 andares. Morri. Procurei por uma Messenger Bag, mas não encontrei. Minha mãe em compensação se jogou. A loja é linda, super bem decorada e as escadas que descem para o subsolo são fofas com luzes coloridas que só acendem de acordo com o ângulo em que você as vê. Segunda parada: Lacoste. A original estava em reforma, então fomos para a Madison Avenue que fica ao lado da 5th, na 56th St. Minha mãe como ama Lacoste comprou mil pólos para a família inteira. Eu comprei só uma rosa para mim. Acho que já tenho cores o suficiente. Ótimo preço. 60 dólares cada. Sempre em cada loja minha mãe me dava motivo para risadas. Sem saber o inglês, tentava se comunicar. Eu sempre a ajudava, mas às vezes cansado só gritava da cadeira: “SHE WANTS THE RED ONE!” Hahaha...hilário.
Forcei-a a sair da loja senão nunca chegaríamos ao parque. Isso já era umas 11h da manhã. No caminho me deparo com a Tiffany. Claro que tive que fazer a famosa foto “Breakfast at Tiffany’s”...hahaha. Ali do lado, Louis Vuitton. Mais foto. Um pouco mais: FAO Schwarz. Fotinha com o host da loja super caracterizado e resolvemos entrar. No andar de cima tem uma sessão Harry Potter muito fofa. Tá...mas tentando parar na enrolação, fomos enfim em direção ao parque que já dava para ser avistado. Mas a graça de Nova York é essa mesmo. Sair andando e descobrir lojas, acontecimentos e tudo o que aparecer pela frente.
Logo quando íamos entrando no parque começam alguns pingos de chuva. WHAT?? Chuva no verão Nova Yorquino? Pois é! Não entendi. Mas estava fraca. Logo na entrada avistamos algumas charretes e várias crianças uniformizadas fazendo um piquenique pelos bancos. Bancos estes que são intermináveis. Não há somente um banquinho aqui ou ali. Estes se prolongam por TODA a extensão do parque, uns coladinhos aos outros. Estava me sentindo fraco talvez por não estar me alimentando direito. Paramos logo na entrada onde fica uma lanchonete do Central Park Zoo e comprei um potinho com melancia cortada caríssimo. 5 dólares. Fazer o que né? Quem tem gastrite não pode se dar ao luxo de só comer batata frita e hambúrguer como todos que ali estavam e que era muito mais barato, proporcionalmente falando. Esperamos uns minutos até a chuvinha parar e continuamos a caminhada. O objetivo era caminhar até o American Museum of Natural History, mas como eu não estava muito bem neste momento do dia, resolvemos deixar para outro.
Tiramos várias fotos nos bancos, nas estátuas e com as flores. Fomos então em direção WEST para sair do parque e visitar o Lincoln Center. No caminho passamos por lugares lindos dentro do parque. Tentamos pedir informação para as pessoas que passavam, mas até no parque os Nova Yorquinos são apressados. Sempre ao celular, ocupados, agitados, etc. Como as pessoas nesta cidade são agitadas! Aff! Dá vontade de falar: “Relax, honey! Take it easy”. Continuando, surgiu um trio tocando música querendo vender CDs. Não sei se era latino, indiano...mas não era americano. Seguindo mais para West, saímos no Sheep Meadow: um lugar gramado enooooorme e lindo onde as pessoas tomavam sol, caminhavam, crianças brincavam, etc. Dali então depois de mais fotos, conseguimos sair do parque. Ufa! Já pensei que ia demorar para conseguir, mas foi só seguir a silhueta dos prédios do lado de fora.
Saindo ali pelo West, estávamos um pouco acima de onde fica o Lincoln Center, então teríamos que descer. Tirei uma foto na entrada do canal ABC que ficava logo ali. Minha mãe se apaixonou pelas ruas que são lindas, com árvores que cobrem a rua inteira e tudo vira um verdadeiro cenário de filme. No caminho, avistei as famosas escadinhas de saída dos prédios e tirei mais fotos. Paramos pra almoçar no restaurante Fiorello em frente a Juilliard School. Tivemos sorte porque este restaurante era participante da Restaurant Week de Nova York, ocorrendo justamente nesta semana que estávamos lá. Então comemos um super prato com todos os courses por apenas 24 dólares. YUMMY.Indo em direção downtown, encontramos enfim o Lincoln Center. Fiquei super feliz ao ver aquela fonte na qual foi gravado o último episódio da 2ª temporada de Glee. Mais fotos. Resolvemos pegar um táxi dali pra Times Square para comprar os ingressos do musical Chicago no TKTS que só abria às 15h. 11 dólares do Lincoln à Times. Achei tranqüilo. Ao chegarmos lá, a fila estava endless! Uma promoter de Chicago caracterizada veio dançar perto da gente e entregar um cupom de desconto. Achei ótimo porque além de conseguirmos o desconto, ela já nos indicou comprar no Box Office do Ambassador Theatre (onde acontece Chicago) que ficava a duas ruas dali. Fomos, tiramos fotos com os letreiros e compramos platéia por 60 dólares cada. FELIZ!! Hahaha. Como teríamos que estar prontos para esse musical de 20h umas 19h30, resolvemos voltar pro hotel caminhando que era há uns 15 minutos da Times. Tínhamos que descansar para a noite e já era 16h! Voltamos, deitei um pouco, mas logo tive que me arrumar. UFFAAA...HAJA PIQUE!
19h30 saímos do hotel para pegar um táxi para o teatro da Broadway. Eu jurando que meia-hora antes seria o suficiente já que de táxi daria no máximo 10 minutos do hotel lá. Maaaaaaaaas...estava chovendo! De novo no mesmo dia, e desta vez forte! Dávamos sinal para os táxis e nenhum estava livre! 19h40! Trocamos de rua para pegar outro...nenhum táxi parava! 19h50 (já puto, estressado porque perderia o início do meu 1º musical na Broadway) mudamos pra outra rua e eis que um táxi para. ALÍVIO! E o motorista ainda tinha um turbante na cabeça. Hahaha...a chuva cedeu e chegamos no teatro às 19h58! Só foi o tempo de sentar e as cortinas subiram. Lindo lindo lindo...fiquei hipnotizado por duas horas. Queria descer e ir dançar com os atores no palco! Hahaha...amei muito. Durante o intervalo dos 2 atos, conversei com uma brasileira de 18 anos que estava ao meu lado e que já estava em Nova York por 1 mês estudando a língua. Expliquei pra ela um pouco da história porque ela me disse que não estava entendendo muito...hihi...eu como sou fã, já deixei tudo às claras.
Saímos de lá umas 10 e pouco e faminto, entramos no restaurante Roxy da Times para jantar. Comi um ravióli maravilhoso. Dali, voltamos caminhando para o hotel. Tudo o que eu queria era chegar logo porque estava muito cansado mentalmente e fisicamente. Tudo era lindo e maravilhoso, mas o corpo pedia cama. Finalmente chegamos. Good night.



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