Thursday, July 28, 2011

A leitura do blog se dá de baixo para cima. Espero que alguma dica ajude ;*

Último dia (18/07/2011)

Dia de ir embora.
NOOOOOOOOOOO. Muito triste ter que ir embora. Sério. Uma dorzinha no coração de saudades já bate. Enfim...nesta manhã, me deixo dormir até mais tarde, afinal o roteiro já tinha acabado. Minha mãe ainda foi dar umas voltas na Victoria’s Secret. Como tínhamos que fazer o check-out do hotel às 11 da manhã, resolvi ficar por lá mesmo no ar-condicionado porque depois de um bom banho para a viagem, nunca que eu ia meter minha cara no calorzão novamente. Fiquei no lobby gastando os últimos dólares na Gift Shop. Comprei ainda adesivos, mais camisetas, etc.
Hora de ir embora. L L So saaaaaaaaaaaad. Cruzamos a Queensboro Bridge em direção ao JFK. Bye, New York. Melhor viagem EVER. No meu coração até a próxima...

Sétimo dia (17/07/2011)

Good morning, bitches! Último dia do roteiro em New York. Ainda tenho o próximo dia para sentir o ar da cidade, mas hoje é o último efetivamente falando. O último na rua batendo pé ainda. Então vamos aos museus!
O clima está uma delícia. Super fresco. Mas como já estamos mortos de tantos dias na loucura, pegamos logo um táxi direto para o American Museum of Natural History. Ao chegar, percebemos que a entrada está bem cheia. De cara já vemos vários esqueletos de dinossauros altíssimos. Logo entramos e tudo fica para trás. Hahaha...sério. O museu é um labirinto TOTAL. É muito fácil se perder lá dentro. As galerias se estendem uma dentro das outras; você vai andando, andando e de repente não sabe mais onde está ou onde é a saída. Hahaha. O museu possui 4 andares de muitos dinossauros, animais, objetos antigos, etc. AMEI MUITO. Muito bem estruturado e interessante. Porém, fica a dica...ar-condicionado CONGELANDO. Se for no verão, leve um casaco. Sério....o que acontece com os americanos? Eles não podem sentir nem um pouquinho de calor? Todo lugar que você entra, congela.
Enfim...paramos às 11h na lanchonete do museu e fizemos um lanche. No meio do 4º andar, há uma lojinha de lembrancinhas. Muitas coisinhas fofas sendo a maioria para crianças. Fiz o kid e comprei um globo lindo e uma caneta daquelas grandonas com líquido dentro como o globo. Cheia de brilhozinhos e inhos dentro. Hahah...bem gay. Loved it. Hahaha...
Meio-dia resolvemos cruzar o Central Park de West para East em direção ao Metropolitan Museum. O legal é que os dois ficam exatamente na mesma altura, só que cada um de um lado da cidade; então basta cruzar o parque para que você saia de um para o outro. Passamos por lugares tão lindos dentro do parque nesta travessia! As pessoas sempre jogadas na grama tomando sol, muitas crianças brincando, gente correndo, etc.
Depois de uns 20 minutos chegamos enfim ao Upper East Side! (Gossip Giiiiiiiirl). Morri com o Metropolitan. LINDÍSSIMO. Lembrei de Gossip Girl na hora! TUDOO. Depois de mais fotos, entramos. Toda a entrada estava muito lotada, assim como nas escadas e no hall, então resolvemos não entrar. Apesar da exposição do Alexander Mcqueen estar acontecendo, não entramos. Fila grande, já era hora do almoço...whatever. Mas claro que comprei uma camiseta Savage Beauty. Beijos....KKKKKKKKKKK.
Subimos então ali a 82 St EAST para almoçar. Ficamos em um lugar pequeno, mas bem tranqüilo e charmoso. Esses restaurantes ovos de NY por mais bonitinhos que sejam me dão agonia. Talvez seja o costume dos brasileiros que sempre são grandes. Tá aí algo que os americanos não esticam e não têm mania de grandeza. Uma exceção.
Depois de almoçados, subimos as 5 ruas necessárias para que se chegue ao Guggenheim Museum. Fotinhas só do lado de fora mesmo e táxi de volta para o hotel porque hoje ainda temos mais Macy’s! Gastar o resto do dinheiro né! Hahahah. Ainda bem que sobrou.
Após o descanso partimos para a Macy’s para mais compras, e por fim compras de souvenires. Comprei uns 100 dólares só de lembrancinhas. Globos, canetas, lápis, chaveiros, camisetas I S2 NY, miniaturas...até pijama! Kkkkkkkk. Muito bom.
É isso. Boa Noite e fazer as malas L.

Tuesday, July 26, 2011

Sexto dia (16/07/2011)


Um lindo sábado ensolarado em New York! E hoje está quente! Muito abafado e logo pela manhã! O problema do verão Nova Iorquino não é nem o calor, é o abafado. Como as ruas são estreitas e os prédios muito altos, a ilha vira uma sauna. Não corre vento e fica tudo muito abafado. Confesso que estava tão feliz neste lugar que o tempo foi a última coisa que me incomodou. Nem ligava e metia o pé na rua.
Pois bem....saindo do hotel, avisto uma viatura policial típica dos filmes e já passo por lá para garantir minha foto. Hehehe NYPD! Hoje é dia de conhecer o tão falado High Line, parque construído há 2 anos em cima de uma antiga linha de trem. Como estamos na 32nd st com Avenue of the Americas e o parque começa lá pela 9th, 10th avenue, continuamos subindo WEST. No caminho me deparo com o Madison Square Garden. AAAH...aquela emoção! Quantos shows assisti em DVD que ocorreram ali...tantos cantores que amo. Uma pena não estar tendo nenhum nesta minha semana em Nova York. Aproveito e já tiro umas fotos ali pela 7th, 8th Avenue. Tudo é tão lindo! Parece repetitivo mas você não consegue enjoar da cara da cidade. É muito cinematográfica e VIVA. Você quer tirar foto com TUDO.
Chegando ali na 10th Avenue, descemos um pouco. Esta área da cidade já é mais isolada. Ficamos até meio receosos porque de repente começou a ficar isolada “demais”, mas nada de violento ocorreu nesta minha estadia na cidade. Tudo é muito seguro. Você anda por todos os lados tranquilamente. Todo mundo usa iPad na rua sem nenhum medo, por exemplo.
Enfim, vejo pessoas caminhando em um lugar alto. “Mãe, chegamos!!”. Há escadas e um elevador a cada 5 ruas na linha do parque. Pegamos o elevador que por dentro é todo verde fluorescente. LINDO. (hahaha...pra variar.) Fiquei imaginando isso no Brasil. Esses elevadores não durariam 15 dias. Logo seriam destruídos em um lugar totalmente público. Quanta diferença uma mente consciente faz. Por que as mentes têm que ser tão diferentes de um país para outro? Percebe-se que tudo começa realmente na educação.
Enfim. Subimos e já me apaixonei de cara. Lugar super estruturado e com várias plantinhas e banquinhos de diferentes formas por todo o caminho. Os prédios que se alinham ao longo do parque chamam a atenção. Uns mais antigos e tradicionais com as famosas escadinhas, outros mais modernos e que representam indubitavelmente última geração em arquitetura. Sempre muito movimentado. Vários turistas caminhavam pelo lugar em um sábado ensolaradamente lindo. O relógio já dava quase 11h. Fico bobo querendo sentar em todos os bancos. Hahaha...bancos amadeirados com encosto, outros para deitar, outros para um  bate-papo, etc. O parque todo passa por umas 20 ruas. Ao caminhar por aquilo tudo me perguntei como saberia em que rua estaria. Uma brasileira que passava por nós me explicou que eu tinha que acompanhar no corrimão que segue em volta. Se você analisar de perto, existe ali o nome pequeno gravado da rua sobre a qual você está passando.
Fomos andando então em direção a 14th St onde fica o Chelsea Market. No caminho presenciamos algumas famílias com suas crianças em um evento que estava acontecendo ali na grama. Uma mistura de arte e atividades “hands-on”. Ou, com as mãos na massa. Hehe...Logo mais à frente há uma espécie de arquibancada, toda na madeira também. Cada lugar é lindo lindo. Não sei como uma cidade consegue ser tão linda em cada canto que você passa. Chega a ser insuportavelmente inacreditável. Lá pela 17th St começamos a ver o Hudson River já que o parque começa a ficar bem perto do Hudson River Park, no extremo WEST de Manhattan mesmo. Então, na 14th St descemos para o mercado.
Me surpreendi com o número de lojas famosas à volta visto que a área estava bem isolada. Mas que área em Manhattan é desvalorizada? Impossible. A caminho do Chelsea Market vejo lojas como: Diane Von Furstenberg, Alexander McQueen, etc.
Entramos no market e quase congelei. Enquanto o sol rachava lá fora, o ar-condicionado lá dentro era freezing! Mais um exagero dos americanos. Tudo na ilha parece ser 8 ou 80. Com eles não existe mais ou menos. Muita comida, muito ar-condicionado, muito muito muito. Sempre exagerados. Minha mãe ficou atrás de Black Pepper. ¬¬ Mereço? E ainda tinha que ficar traduzindo o tipo de pimenta que ela queria porque na loja ninguém parecia entender. RS...ela cismou com essa pepper. É porque em todo restaurante que você vai, há em cima da mesa sal e essa pepper moída. Ela amou e disse que queria comprar e levar pra casa. RS...daí achamos no mercado. Como já era 12h30, resolvemos almoçar por ali. Não gostei. Me trouxeram um prato com um frango estranho sobre muita castanha frita. Affff...SÓ tinha castanha no prato. Eeeww...disgusting. E mais ar congelando. Peguei uma camisa xadrez grande que minha mãe tinha comprado em uma loja bonitinha ali mesmo e me cobri. Não tava agüentando de frio! E lá fora 33 graus. Kkkk...quem entende? Sério...eles exageram demais. Em pleno verão, e você tem que andar com um casaquinho pendurado para quando entrar nas lojas...rsrsrs.
Depois do almoço, fomos então dar uma volta pelo Hudson River Park que fica ali logo em frente. Muito fofa uma pracinha que há na entrada e com mais pessoas jogadas na grama tomando sol. Mais à frente, na beira do rio mesmo, há uma ciclovia que deve se estender por todo o parque no sentido downtown. Não sei...não fui andando por tudo. Como o sol estava muito forte, resolvemos voltar pro hotel para dar uma descansada porque neste dia ainda iríamos à Macy’s fazer MUUUUUUUITAS compras! Depois de descansar e um bom banho, saímos para a Macy’s umas 17h30 que fica bem ao lado do Radisson Martinique, nosso hotel. Acabamos jantando por lá mesmo antes das compras. Eu já estava morrendo de fome novamente. O restaurante “Macy’s cellar” fica no subsolo e a comida é uma delícia!
Vamos lá...força pra enfrentar a maior loja de departamento do mundo! 9 andares em 2 prédios um colado ao outro.
No térreo ficam perfumes, maquiagem, bolsas, etc...subimos para o andar 1 e ½ (weird, right?) para pegar nosso cupom de desconto de 10% para visitors (estrangeiros). \0/. A ala masculina fica no 7th Av. Building, 1st, 2nd and 3rd floor. Comprei calça, sapatos, camisas…tudo de graça. Depois de umas 2 horas e meia voltamos então para descansar. Viagem chegando ao fim e sensação de dever SUPER cumprido. Muita felicidade por ter realizado meu sonho e ter conhecido lugares tão maravilhosos. Mas ainda temos um domingão para ir aos museus!
Beijos....good night.

Monday, July 25, 2011

Quinto dia (15/07/2011)

Good morning, New York! Ah que delícia. Hoje o tempo está bom novamente. Hoje é dia de ver a Estátua da Liberdade de pertinho! Vamos para Lower Manhattan! J Primeira coisa, passar na tal B & H da 8th Avenue ou 7th (não me lembro) – a maior loja de câmera e vídeo do mundo! Dica da amiga brasileira que minha mãe fez no hotel. RS...No caminho encontramos uma Swarowski e tive que entrar para comprar minha caneta com cristais que em New York custa apenas 30 dólares. No Brasil, 120 reais. Adoro a negra atendente que nos recebe com um super Good Morning e empolgação. “Oh my God! You’re Brazilians. Brazilians are always so frieeeeeeendly. We Love Brazilians!” (Aham Cláudia, doida pra vender…hahaha). Daí comprei só uma…mas devia ter comprador logo duas. Adorei que ela massageou meu ego elogiando meu inglês. Disse que era teacher e ela: “That’s WHYYYYYY”. Sempre super exagerada. Adorei a simpatia. J
Continuando chegamos à B & H. A loja é realmente gigante. O que chama a atenção é a forma na qual você compra seu produto. Você escolhe no balcão, pega uma nota para pagar no caixa, e os produtos vêm andando por uma esteira colada ao teto por toda a loja até chegar ao caixa. Muito divertido! O pedido do produto deve entrar no sistema e alguém vai colocando-os na esteira lá em cima. Adorei. Comprei apenas uma câmera digital porque não fui à procura de muitos produtos eletrônicos.
Saindo de lá, fomos pegar o metrô para descer para Lower Manhattan. Minha mãe tem osteoporose e ficou reclamando das escadas. Então fomos de táxi mesmo. Pedi para descer até a Finn Square pelo bairro do Tribeca e de lá poderíamos ir andando. Como já chegamos lá umas 11h30, depois de dar algumas voltas pelo bairro, almoçamos em um restaurante mexicano próximo ao Ground Zero. (Deste dia vou ficar devendo as fotos porque minha antiga câmera me fez o favor de enlouquecer e não consegui ainda descarregar as imagens...:(...enfim).
De lá fomos em direção ao complexo do World Trade Center. Chegando ali na praça em frente, uma banda se apresentava. Depois de mais fotos, chegamos à divisória onde estão sendo construídas as novas torres. A atual já está no 104º andar. Linda, por sinal. Mas senti uma atmosfera muito negativa. Todo o bairro carrega um ar de tragédia muito forte. É como se você sentisse a presença de tantas mortes que aconteceram naquele lugar. Entramos então na prévia do Memorial 9/11 que será inaugurado neste 11 de setembro de 2011 como uma homenagem às vítimas aos 10 anos do acontecimento. Deu muita vontade de chorar. Minha mãe não quis entrar e ficou sentada lá fora. Ela também sentiu a vibe negativa. Sério. Só passando por lá pra sentir. Parece que o lugar carrega um ar pesado. É difícil explicar. Comprei umas camisetas de lembrança bem bonitas. Uma com as duas torres formadas por palavras da frase: “In darkness we shine the brightest” e outra com o símbolo dos bombeiros de NY com a escrita: 10 years. Honor and remember.
Saindo da tristeza, fomos retos em direção ao Battery Park de onde se pega o ferry para ir até a Estátua. O parque é um dos lugares mais bonitos de Nova York. Me impressionei, assim como muitos outros lugares em Manhattan. A ilha é realmente toda espetacular e merece todo o prestígio que tem. Minha mãe por ser medrosa de mar e barcos não quis ir até a Estátua. Fiquei chateado, mas também não quis ir sozinho. Fica pra próxima. Já estava muito satisfeito por conhecer um lugar tão lindo e poder ver a estátua daquela distância mesmo.
Depois de mais umas voltas pelo parque, subimos então em direção à Escultura do touro de Wall St. Nesse consegui uma foto porque fiz um esquema....kkkkkk...pedi para um turista tirar uma foto da gente, dei meu e-mail para que ele me enviasse a foto...e ele enviou!! Que ótimo! Pelo menos com o touro eu consegui. Hahaha...da bunda, mas consegui. Kkkkk
Fiquei chateado depois desse momento porque vi que minha câmera tava louca e provavelmente já não conseguiria descarregar as fotos. Ainda bem que tinha comprado outra pela manhã então não perderia o resto dos dias. Mas... minha presença nos lugares valeu por tudo. Pegamos então um táxi de volta para o hotel.
Good night.

Sunday, July 24, 2011

Quarto dia (14/07/2011)

Esta noite já consegui dormi mais. O cansaço era tanto também que seria quase impossível não ter conseguido uma noite melhor. Mentira. Tomei Rivotril....kkkkkk. Acordo cantarolando Chicago. As músicas ficaram na minha cabeça. Lindo!! Minha felicidade transborda. Um nojo praticamente. RS...
Mas vamos lá....quarto dia. Dia de descer à procura do Washington Arch na Washington Square. Descendo ali pela 5th Avenue saindo novamente da 32nd st, continuamos entrando em lojas. NÃO! O consumo em Nova York é insuportavelmente tentador. Tudo é tão mais barato que no Brasil. Passamos em uma loja de chapéus. Linda. Chapéus de todos os tipos...mas nesta loja não estavam tão baratos. Descendo pro Flatiron District, passo em uma loja de calçados. Vejo uma bota liiiiinda da Levi’s por 65 dólares. DE GRAÇA. Não quis levar porque tava enrolando para fazer compras e deixar mais para os últimos dias. Devia ter comprado. Nunca mais voltei lá. Aliás, fica a dica. Está em Nova York e gostou de algo? COMPRE. FAÇA. Você não vai voltar lá tão cedo.
Chegamos ao Flatiron Building. Aaahhhh...tão apaixonante. Tão perfeito e igualzinho vi em tantas séries! Fotos. Ali do lado fica o Madison Square Park. Entramos para tirar umas fotinhas. O clima está ótimo devido à chuva da noite passada. Super fresco. NADA de calor. Totally warm. Ao entrar no parque nos deparamos com um evento para crianças. Uma espécie de showzinho infantil. E estava cheio! Uma super platéia. Fiquei surpreso visto que era umas 10h da manhã. Pessoas lendo nos bancos, passeando com dogs, etc. Tiramos mais fotos e continuamos nossa descida pela 5th Avenue em direção à Washington Square. No caminho, encontramos uma H & M. Loja com roupas estilosas e baratas. Resolvo entrar e começar logo as compras. Chega de enrolação. JOGAÇÃO. Fico uma hora lá dentro. Saio com umas 10 peças diferentes que não dão nem 200 dólares. (Que vontade de morar nesta cidade pra sempre!!!). Compro cardigãs, suspensório, camisas, calça, etc. \0/ Continuamos a descida e chegamos à praça já por volta das 11h30. Linda. Tiramos fotos no Arch, na fonte e até de esquilos safadinhos que ficam pulando ali na grama felizes de um lado pro outro.
FOME. Então vamos comer. Andando ali para direita entramos em um restaurante simpático com um bar central. Estava vazio. Apenas nós e mais duas mesas. Confesso que esse foi o lugar mais prazeroso para uma refeição que tive em Nova York. A garçonete foi SUPER simpática. Todos nos atenderam super bem, a comida estava boa, o lugar aconchegante, e a vista para rua me fez divagar. Olhando para aquela rua tão linda e com tantos tipos de pessoas e estilos, senti uma antecipada tristeza que teria ao ter que ir embora daquela cidade dentro de poucos dias.
Após o almoço, resolvemos dar uma volta pela West Village. AH. Me apaixonei pelos prédios e entradinhas das casas à la Carrie Bradshaw. Fomos à procura da Bleeker St onde eu já sabia que ficavam as lojas do Marc Jacobs. No caminho encontrei a Gay St. Hahaha...claro que tive que tirar umas fotos e zoar um pouco. Toda essa região na verdade é bem gay. AMEI. Cheia de centros GLS e bandeiras gays espalhadas nos prédios. Dali enfim, encontramos a Bleeker St. Agora era subir mais pra chegar no número 400: A loja Bookmarc de coisinhas Marc Jacobs. Aquela felicidade quando encontramos. Comprei tote bags, canetinhas, uma bolsa, canetas-batom, etc. Saindo de lá pensando que estava feliz, com mais dois passos encontro a loja de Marc Jacobs mesmo! Tipo...roupa. Achei meio cara e fiquei só com umas briefs e boxers mesmo. So...como não tínhamos mais nada para fazer por ali e já eram umas 16h30, resolvemos pegar um taxi para a Times Square para eu ir à tão falada exposição do Harry Potter. Acabei nem visitando o Soho! L Mais uma que fica pra próxima.
Chegamos na exposição umas 17h já, na verdade. Não faço a mínima idéia de como o tempo voa tão rápido! That’s New York, honey. Ok. Comprei a entrada. 29 dólares por causa dos malditos TAXes que sempre vêm inclusos. Pelo menos são discriminados né?! E no Brasil que todo mundo só mete a mão e a gente nem sabe quanto está indo embora? Já fico ansioso para saber o que rolará lá dentro. Minha mãe resolve aguardar do lado de fora.
Entramos e de cara nos deparamos com um ator a caráter chamando voluntários para o Chapéu Seletor. Muito engraçado. Amei. Dali fomos para uma sala escura onde 7 telões projetavam na vertical os cartazes dos 7 filmes então lançados. Estes se transformaram em cenas dos filmes e juntos formavam várias seqüências. Eu bobo e crianção, chorei com tudo aquilo e a trilha sonora que me acompanha desde adolescente. Em seguida, começa a exposição de figurino e cenário usados no filme. Muito legal! Entrei na cabana do Hagrid e até levantei mandrágoras como em uma aula de Herbologia! Hahaha Descemos um nível, e ali se encontrava mais figurino, varinhas, etc. No final comprei um flipbook com duas cenas do filme e alguns lápis na lojinha na qual você é jogado para dentro involuntariamente ao término. Hehehe. Ao sair, um repórter do The New York Times me pergunta se pode me entrevistar para uma reportagem que está fazendo sobre a geração que cresceu lendo os livros e tal. Digo que sim (É CLARO!) e converso alguns minutos com ele. Depois de todo esse dia, a emoção interna é tão única que não consigo lembrar a última vez na qual a senti. Até mesmo minha mãe se emocionou por estar em um lugar tão maravilhoso e tão feliz por ter um filho que pudesse levá-la para conhecer algo tão magnífico. (Palavras dela, hein...hahaha).
Neste dia, resolvemos jantar no restaurante do hotel mesmo porque o cansaço é grande. Muito bem servidos e mais uma noite especial. Good night. J

Terceiro dia (13/07/2011)

Bom dia! Neste dormi umas 7 horas apenas. Apesar do cansaço, a mente já anseia por mais um dia em Nova York. Então...nada de dormir! Dormir só quando voltar pra Brasília.
Dando continuidade ao roteiro que preparei exaustivamente nos últimos dias antes da viagem, saímos em direção ao Central Park. A recepcionista me indica subir pela 5th Avenue até a 50th St onde o parque começa. Começamos então a partir da 32nd st, rua do hotel. Nesta rua por sinal, há vários hotéis e restaurantes coreanos. Não me pergunte por que. Rsrss..Lá vamos nós subir 18 ruas até o parque. Parece ser muito, mas não é. Na verdade, a ilha de Manhattan é bem menor do que ela parece ser em filmes, séries, etc. Andávamos por todos os lados quase nunca precisando de táxi ou metrô. Continuando...começamos a subir a 5th Avenue. Nosso objetivo era estar no parque em no máximo meia-hora, mas quem é que consegue passar por 18 ruas que cruzam com a 5th Avenue sem entrar em uma loja? Hahaha Impossível. Primeira parada: Tommy Hilfiger. Aliás, e que Tommy! 6 andares. Morri. Procurei por uma Messenger Bag, mas não encontrei. Minha mãe em compensação se jogou. A loja é linda, super bem decorada e as escadas que descem para o subsolo são fofas com luzes coloridas que só acendem de acordo com o ângulo em que você as vê. Segunda parada: Lacoste. A original estava em reforma, então fomos para a Madison Avenue que fica ao lado da 5th, na 56th St. Minha mãe como ama Lacoste comprou mil pólos para a família inteira. Eu comprei só uma rosa para mim. Acho que já tenho cores o suficiente. Ótimo preço. 60 dólares cada. Sempre em cada loja minha mãe me dava motivo para risadas. Sem saber o inglês, tentava se comunicar. Eu sempre a ajudava, mas às vezes cansado só gritava da cadeira: “SHE WANTS THE RED ONE!” Hahaha...hilário.
Forcei-a a sair da loja senão nunca chegaríamos ao parque. Isso já era umas 11h da manhã. No caminho me deparo com a Tiffany. Claro que tive que fazer a famosa foto “Breakfast at Tiffany’s”...hahaha. Ali do lado, Louis Vuitton. Mais foto. Um pouco mais: FAO Schwarz. Fotinha com o host da loja super caracterizado e resolvemos entrar. No andar de cima tem uma sessão Harry Potter muito fofa. Tá...mas tentando parar na enrolação, fomos enfim em direção ao parque que já dava para ser avistado. Mas a graça de Nova York é essa mesmo. Sair andando e descobrir lojas, acontecimentos e tudo o que aparecer pela frente.
Logo quando íamos entrando no parque começam alguns pingos de chuva. WHAT?? Chuva no verão Nova Yorquino? Pois é! Não entendi. Mas estava fraca. Logo na entrada avistamos algumas charretes e várias crianças uniformizadas fazendo um piquenique pelos bancos. Bancos estes que são intermináveis. Não há somente um banquinho aqui ou ali. Estes se prolongam por TODA a extensão do parque, uns coladinhos aos outros. Estava me sentindo fraco talvez por não estar me alimentando direito. Paramos logo na entrada onde fica uma lanchonete do Central Park Zoo e comprei um potinho com melancia cortada caríssimo. 5 dólares. Fazer o que né? Quem tem gastrite não pode se dar ao luxo de só comer batata frita e hambúrguer como todos que ali estavam e que era muito mais barato, proporcionalmente falando. Esperamos uns minutos até a chuvinha parar e continuamos a caminhada. O objetivo era caminhar até o American Museum of Natural History, mas como eu não estava muito bem neste momento do dia, resolvemos deixar para outro.
Tiramos várias fotos nos bancos, nas estátuas e com as flores. Fomos então em direção WEST para sair do parque e visitar o Lincoln Center. No caminho passamos por lugares lindos dentro do parque. Tentamos pedir informação para as pessoas que passavam, mas até no parque os Nova Yorquinos são apressados. Sempre ao celular, ocupados, agitados, etc. Como as pessoas nesta cidade são agitadas! Aff! Dá vontade de falar: “Relax, honey! Take it easy”. Continuando, surgiu um trio tocando música querendo vender CDs. Não sei se era latino, indiano...mas não era americano. Seguindo mais para West, saímos no Sheep Meadow: um lugar gramado enooooorme e lindo onde as pessoas tomavam sol, caminhavam, crianças brincavam, etc. Dali então depois de mais fotos, conseguimos sair do parque. Ufa! Já pensei que ia demorar para conseguir, mas foi só seguir a silhueta dos prédios do lado de fora.
Saindo ali pelo West, estávamos um pouco acima de onde fica o Lincoln Center, então teríamos que descer. Tirei uma foto na entrada do canal ABC que ficava logo ali. Minha mãe se apaixonou pelas ruas que são lindas, com árvores que cobrem a rua inteira e tudo vira um verdadeiro cenário de filme. No caminho, avistei as famosas escadinhas de saída dos prédios e tirei mais fotos. Paramos pra almoçar no restaurante Fiorello em frente a Juilliard School. Tivemos sorte porque este restaurante era participante da Restaurant Week de Nova York, ocorrendo justamente nesta semana que estávamos lá. Então comemos um super prato com todos os courses por apenas 24 dólares. YUMMY.
Indo em direção downtown, encontramos enfim o Lincoln Center. Fiquei super feliz ao ver aquela fonte na qual foi gravado o último episódio da 2ª temporada de Glee. Mais fotos. Resolvemos pegar um táxi dali pra Times Square para comprar os ingressos do musical Chicago no TKTS que só abria às 15h. 11 dólares do Lincoln à Times. Achei tranqüilo. Ao chegarmos lá, a fila estava endless! Uma promoter de Chicago caracterizada veio dançar perto da gente e entregar um cupom de desconto. Achei ótimo porque além de conseguirmos o desconto, ela já nos indicou comprar no Box Office do Ambassador Theatre (onde acontece Chicago) que ficava a duas ruas dali. Fomos, tiramos fotos com os letreiros e compramos platéia por 60 dólares cada. FELIZ!! Hahaha. Como teríamos que estar prontos para esse musical de 20h umas 19h30, resolvemos voltar pro hotel caminhando que era há uns 15 minutos da Times. Tínhamos que descansar para a noite e já era 16h! Voltamos, deitei um pouco, mas logo tive que me arrumar. UFFAAA...HAJA PIQUE!
19h30 saímos do hotel para pegar um táxi para o teatro da Broadway. Eu jurando que meia-hora antes seria o suficiente já que de táxi daria no máximo 10 minutos do hotel lá. Maaaaaaaaas...estava chovendo! De novo no mesmo dia, e desta vez forte! Dávamos sinal para os táxis e nenhum estava livre! 19h40! Trocamos de rua para pegar outro...nenhum táxi parava! 19h50 (já puto, estressado porque perderia o início do meu 1º musical na Broadway) mudamos pra outra rua e eis que um táxi para. ALÍVIO! E o motorista ainda tinha um turbante na cabeça. Hahaha...a chuva cedeu e chegamos no teatro às 19h58! Só foi o tempo de sentar e as cortinas subiram. Lindo lindo lindo...fiquei hipnotizado por duas horas. Queria descer e ir dançar com os atores no palco! Hahaha...amei muito. Durante o intervalo dos 2 atos, conversei com uma brasileira de 18 anos que estava ao meu lado e que já estava em Nova York por 1 mês estudando a língua. Expliquei pra ela um pouco da história porque ela me disse que não estava entendendo muito...hihi...eu como sou fã, já deixei tudo às claras.
Saímos de lá umas 10 e pouco e faminto, entramos no restaurante Roxy da Times para jantar. Comi um ravióli maravilhoso. Dali, voltamos caminhando para o hotel. Tudo o que eu queria era chegar logo porque estava muito cansado mentalmente e fisicamente. Tudo era lindo e maravilhoso, mas o corpo pedia cama. Finalmente chegamos. Good night.

Saturday, July 23, 2011

Segundo dia (12/07/2011)

Acordei em Nova York. Bom dia! Dormi umas 6 horas porque a empolgação é muito grande. A mente trabalha a um ritmo super acelerado. Assim que acordo, a primeira coisa que faço é olhar pela janela do meu quarto de hotel. Continuo achando que estou dentro de um filme. Prédios altíssimos, muita gente caminhando lá embaixo, e muitos muitos  muitos táxis amarelinhos.
Como alguma coisa rapidamente e partimos para a rua. Ao sair do hotel logo entramos em uma espécie de padaria-lanchonete. Compro uma salada de frutas e minha mãe se impressiona ao pedir um café pequeno que no Brasil seria considerado grande! Hahaha...Comemos um pouco e saímos subindo as ruas em direção aos pontos turísticos principais. Estamos na 34th st. Subindo até a 42nd nos deparamos com o Bryant Park. Pequeno mas muito fofo. Este fica atrás da Biblioteca Pública de Nova York. Depois de mais fotos, avistamos umas cem pessoas fazendo Yoga. Corremos lá pra já tirar mais fotos...hehehe. O clima está quente mas tranqüilo, afinal eram apenas 10h da manhã.
Contornamos a biblioteca e tiramos mais fotos na sua frente. Tudo é muito bonito. Fomos então à procura do Rockefeller Center. Entramos em uma lojinha de cupcakes para conseguir informações, mas os atendentes estão um pouco perdidos. A descendente de orientais até entra no Google Maps no iPad da loja para nos ajudar. Acabo tendo que perguntar para mais pessoas e olhando no mapa, seguimos em direção a 49th st onde fica o Rockefeller Plaza. Ao chegarmos, logo ao lado avistamos a St. Patrick’s Cathedral. Mais fotos e voltamos finalmente para fotos no Rockefeller.
Dali saímos e entramos nos Studios da NBC. Ali há uma loja no térreo fofa vendendo vários produtos da rede de televisão. Subindo as escadas com os telões da NBC, nos deparamos com o balcão de entrada do Tour. Pergunto sobre preços pra voltar depois e fazer este passeio. Vai ficar pra próxima porque não tive tempo de voltar lá. Rsrsrss...Fomos então em direção a Times Square para se possível já conseguir informações sobre musicais da Broadway. Queria ver Chicago. Passamos e entramos por várias lojas, vendo sempre diferentes estilos de pessoas pelas ruas. Times Square de dia é ainda mais linda. Mais fotos, fotos e fotos. Demos uma volta na Disney Store que fica logo ali. Voltamos para o hotel para deixar algumas sacolas e almoçar por ali perto.
Logo na 33rd st encontramos um tipo restaurant-pub. A host muito bonita nos atende bem. Damos uma olhada no menu que sempre em qualquer restaurante de Nova York é apresentado na entrada e resolvemos entrar. O lugar apesar de escuro e meio escondido (como tudo em Nova York) é bem charmoso. Como uma massa deliciosa, junto com minha mãe e amiga que decidem por uma salada. A comida sempre vem em grande quantidade. Não há miséria. Tudo é sempre muito bem servido e abundante.
Voltamos para o hotel para um banho, visto que o calor nos deixa muito suados. Após um rápido descanso, saímos para verificar o procedimento de subida no Observation Deck do Empire State Building. O prédio é magnífico. Resolvemos ir em seguida até a Times novamente para ver a questão do ingresso pra Chicago, já que este abria somente às 15h e deixamos para subir no Empire na volta para tentar pegar o pôr-do-sol lá em cima. Ao chegar na Times descobrimos que para aquele dia não havia ingressos para Chicago porque não havia show naquele dia. Terças são os únicos dias em que não há apresentação de Chicago.
Demos meia-volta novamente para o Empire e fazendo gracinhas para a câmera que nos coloca em um telão da Times Square. No caminho em frente à Public Library, uns hip hop dancers faziam algumas performances já com um círculo de curiosos à volta. Paramos um pouco pra assistir e continuamos o caminho. Subimos no Empire com a entrada de 22 dólares. Sobe-se até o 80º andar e depois mais 6 andares para o Observation Deck. A vista é incrível. A cidade é linda de todos os lados. Mais fotos. Ao descer passamos por um mercadinho local. Meu cansaço já é grande então compro algumas besteiras e levo pra comer no quarto do hotel mesmo.
O dia todo foi muito lindo mas esqueço de passar na Grand Central Station. Outra que vai ficar pra próxima. Não tivemos tempo de passar por lá. Hehehe...Muito cansado, capoto na cama. Good night.

Primeiro dia (11/07/2011)


Primeiro dia (11/07/2011): Ansiosamente acompanhando o MAPAS da Tvzinha da poltrona e checando se o aviãozinho já estava atingindo New York. Por volta das 18h30 o piloto anuncia: “Senhoras e senhores, dentro de instantes estaremos pousando no Aeroporto JF Kennedy em Nova York”. O coração acelera, a ansiedade aumenta e a respiração começa a ficar mais rápida. Em minutos sinto o sangue correndo nas minhas veias a todo vapor e a emoção preenchendo todos os espaços do meu corpo. Quase transbordando.
O avião começa a descer. Inclino a cabeça pra janela querendo enxergar qualquer pontinha que fosse da cidade...mas por enquanto nada. A vontade de chorar começa a aparecer. Escuto alguém falando: “Olha o Empire State Building!”, meu coração acelera novamente e vejo a ponte do Brooklyn. Pronto. As lágrimas começam a descer. Uma atrás da outra. Rios. Vejo a ilha de Manhattan. Vejo todos os prédios. Vejo a Estátua da Liberdade. Um sonho de vida se tornando realidade. As lágrimas não param de sair. As pessoas começam a perceber no avião, mas não ligo nem um pouco pra isso. É um sonho sendo realizado, caramba! O avião pousa e o piloto anuncia: “Senhoras e senhores, Bem Vindos a Nova York”. Seco as lágrimas e tento me recompor pra sentir o ar do país que tanto quis visitar um dia.
Desço e já escuto várias pessoas falando em inglês. Vejo policiais americanos, como nos filmes, e vou com minha mãe em direção á Imigração. O nervosismo é grande. Corro ao banheiro pra então passar pelas cabines. Uma americana nova, provavelmente da minha idade e muito simpática, nos atende. Pergunta-nos quanto tempo ficaríamos, onde, etc...bate nossos carimbos, pega nossas digitais e pronto. I’M IN!!!! A felicidade é imensa. Pegamos nossas malas e já tiramos fotos no celular em frente à alfândega com uma bandeira dos EUA na parede. Saímos, encontramos com nosso motorista do traslado. Vou ao banheiro mais umas duas vezes antes de pegar a condução porque não consigo controlar meu nervosismo. Saímos do ar do aeroporto e sentimos o abafado do calor do verão. Minha ansiedade é tanta que mal consigo falar, me sentir confortável ao me sentar na van ou até mesmo segurar minha bagagem com a força necessária.
Começamos a fazer o trajeto do aeroporto para Manhattan. Ao passar pelo Queens e ver todas aquelas casinhas que estou acostumado a ver em filmes começo a me tranqüilizar. Estou dentro e a viagem está começando. O motorista começa a nos passar várias dicas de compras, ponto turísticos, etc....sinto vontade de mandá-lo calar a boca. Eu sei tudo sobre essa cidade. Não preciso das suas explicações, asshole. Mas é apenas um ciúme besta. Passamos pelo bairro de Astoria, vejo rapazes jogando basquete em uma quadra. Tudo é tão similar a um filme!
Avisto Manhattan. A emoção interna é muito grande. Começamos a cruzar a Queensboro bridge, senão me engano, e começo a tirar fotos loucamente daquela ilha tão famosa e daquela imagem que tenho pregada na parede do meu quarto em um quadro. Muita felicidade. A primeira impressão é a de que sempre ouvi falar. Ruas estreitas e prédios muito altos. Tudo é muito empilhado. Tudo é muito um em cima do outro. Passamos pelo Central Park e já avisto as famosas charretes. Começamos a descer a 5th Avenue. Passamos por lojas como Tiffany, Abercrombie, Louis Vuitton, etc. Muitas propagandas de musicais em ônibus e táxis. Nada parece real. Me sinto como parte de um cenário. As placas das ruas me parecem cenário. Não consigo acreditar que tudo aquilo é real.
Enfim chegamos ao hotel em meio a muito barulho, gente, carros, táxis, etc. A minha vontade é de desesperadamente fazer o check-in, largar minhas malas no quarto e ir pra Times Square imediatamente. Faço o check-in e já acho o inglês da recepcionista aceleradíssimo. Ela é negra e já sinto o tão famoso sotaque de filmes e séries. Minha agitação é muito grande. Falo rápido, louco...estou muito deslumbrado. Minha mãe faz amizade com uma senhora também de Brasília e já marcamos com ela pra junto dentro de 15 minutos sairmos pra Times Square. Logo, pego um mapinha da ilha, peço orientações a recepcionista sobre como chegar na Times (que seria a apenas 10 ruas dali) e entramos na cidade a pé. Quanta alegria! Estamos na 32nd st. Subindo logo de cara me deparo com a Macy’s (maior loja de departamento do mundo!). Já começo fotos loucamente. Hahaha...Continuamos subindo...todos os prédios são tão altos. Tudo é tão iluminado! Ao chegar na esquina do Bryant Park, olhando pra esquerda vejo um conjunto de luzes. Pronto. A Times Square SÓ pode ser ali!! Viramos e continuamos...e a ansiedade gritando dentro de mim! Olho pra trás e vejo o Chrysler Building. Não consigo acreditar que tudo aquilo é real. Sex and the City!!!!! Mais fotos e continuamos. Vejo o letreiro do Madame Tussaud’s. Viro a esquina e vejo as tão famosas telas da Times Square! Cheguei. CHEGUEI! É lindooooooooooooooooooooooo. Fico alucinado, deslumbrado e incontrolável. Começo a tirar fotos de todos os ângulos. Tudo é tão brilhante e magnífico. TANTA gente. Propagandas, musicais, vídeos...TUDO brilha. TUDO é incrível. Faço um pequeno vídeo no celular pra registrar aquele momento. É muita emoção. Eu estava fora de mim. Apesar de faminto, cansado das 10 horas de viagem e entre tantas outras coisas...não conseguia pensar mais em nada. Aquele era o MEU momento. Aquele era o meu sonho sendo realizado. O único que tive durante TODA  a minha vida. Muita alegria transborda dentro de mim.
Enfim...logo começamos a voltar porque a fome e o cansaço realmente eram muitos e precisávamos descansar para o longo dia seguinte. Passamos em uma lojinha pra comprar algo pra matar a fome e levar para o hotel. A priori, acho meio caro. Compro uns cereais, bananas, etc por 30 dólares. Mas descubro ao longo dos dias que aquela lojinha em especial é que era cara. Ainda na volta, avisto o Empire State Building que fica atrás do hotel. É lindo. Tudo é lindo. Mas nada parece real. Continuo achando que estou dentro de um sonho. A cidade não parece ser tão grande como sempre pensamos que ela fosse. Os prédios são altíssimos, mas todos muito próximos um ao outro. Tudo é muito colado, amontoado. Enfim...estou feliz. Voltamos pro hotel, comemos, tomamos banho e cama pra começar a aventura de uma semana em Nova York!