Sunday, July 24, 2011

Quarto dia (14/07/2011)

Esta noite já consegui dormi mais. O cansaço era tanto também que seria quase impossível não ter conseguido uma noite melhor. Mentira. Tomei Rivotril....kkkkkk. Acordo cantarolando Chicago. As músicas ficaram na minha cabeça. Lindo!! Minha felicidade transborda. Um nojo praticamente. RS...
Mas vamos lá....quarto dia. Dia de descer à procura do Washington Arch na Washington Square. Descendo ali pela 5th Avenue saindo novamente da 32nd st, continuamos entrando em lojas. NÃO! O consumo em Nova York é insuportavelmente tentador. Tudo é tão mais barato que no Brasil. Passamos em uma loja de chapéus. Linda. Chapéus de todos os tipos...mas nesta loja não estavam tão baratos. Descendo pro Flatiron District, passo em uma loja de calçados. Vejo uma bota liiiiinda da Levi’s por 65 dólares. DE GRAÇA. Não quis levar porque tava enrolando para fazer compras e deixar mais para os últimos dias. Devia ter comprado. Nunca mais voltei lá. Aliás, fica a dica. Está em Nova York e gostou de algo? COMPRE. FAÇA. Você não vai voltar lá tão cedo.
Chegamos ao Flatiron Building. Aaahhhh...tão apaixonante. Tão perfeito e igualzinho vi em tantas séries! Fotos. Ali do lado fica o Madison Square Park. Entramos para tirar umas fotinhas. O clima está ótimo devido à chuva da noite passada. Super fresco. NADA de calor. Totally warm. Ao entrar no parque nos deparamos com um evento para crianças. Uma espécie de showzinho infantil. E estava cheio! Uma super platéia. Fiquei surpreso visto que era umas 10h da manhã. Pessoas lendo nos bancos, passeando com dogs, etc. Tiramos mais fotos e continuamos nossa descida pela 5th Avenue em direção à Washington Square. No caminho, encontramos uma H & M. Loja com roupas estilosas e baratas. Resolvo entrar e começar logo as compras. Chega de enrolação. JOGAÇÃO. Fico uma hora lá dentro. Saio com umas 10 peças diferentes que não dão nem 200 dólares. (Que vontade de morar nesta cidade pra sempre!!!). Compro cardigãs, suspensório, camisas, calça, etc. \0/ Continuamos a descida e chegamos à praça já por volta das 11h30. Linda. Tiramos fotos no Arch, na fonte e até de esquilos safadinhos que ficam pulando ali na grama felizes de um lado pro outro.
FOME. Então vamos comer. Andando ali para direita entramos em um restaurante simpático com um bar central. Estava vazio. Apenas nós e mais duas mesas. Confesso que esse foi o lugar mais prazeroso para uma refeição que tive em Nova York. A garçonete foi SUPER simpática. Todos nos atenderam super bem, a comida estava boa, o lugar aconchegante, e a vista para rua me fez divagar. Olhando para aquela rua tão linda e com tantos tipos de pessoas e estilos, senti uma antecipada tristeza que teria ao ter que ir embora daquela cidade dentro de poucos dias.
Após o almoço, resolvemos dar uma volta pela West Village. AH. Me apaixonei pelos prédios e entradinhas das casas à la Carrie Bradshaw. Fomos à procura da Bleeker St onde eu já sabia que ficavam as lojas do Marc Jacobs. No caminho encontrei a Gay St. Hahaha...claro que tive que tirar umas fotos e zoar um pouco. Toda essa região na verdade é bem gay. AMEI. Cheia de centros GLS e bandeiras gays espalhadas nos prédios. Dali enfim, encontramos a Bleeker St. Agora era subir mais pra chegar no número 400: A loja Bookmarc de coisinhas Marc Jacobs. Aquela felicidade quando encontramos. Comprei tote bags, canetinhas, uma bolsa, canetas-batom, etc. Saindo de lá pensando que estava feliz, com mais dois passos encontro a loja de Marc Jacobs mesmo! Tipo...roupa. Achei meio cara e fiquei só com umas briefs e boxers mesmo. So...como não tínhamos mais nada para fazer por ali e já eram umas 16h30, resolvemos pegar um taxi para a Times Square para eu ir à tão falada exposição do Harry Potter. Acabei nem visitando o Soho! L Mais uma que fica pra próxima.
Chegamos na exposição umas 17h já, na verdade. Não faço a mínima idéia de como o tempo voa tão rápido! That’s New York, honey. Ok. Comprei a entrada. 29 dólares por causa dos malditos TAXes que sempre vêm inclusos. Pelo menos são discriminados né?! E no Brasil que todo mundo só mete a mão e a gente nem sabe quanto está indo embora? Já fico ansioso para saber o que rolará lá dentro. Minha mãe resolve aguardar do lado de fora.
Entramos e de cara nos deparamos com um ator a caráter chamando voluntários para o Chapéu Seletor. Muito engraçado. Amei. Dali fomos para uma sala escura onde 7 telões projetavam na vertical os cartazes dos 7 filmes então lançados. Estes se transformaram em cenas dos filmes e juntos formavam várias seqüências. Eu bobo e crianção, chorei com tudo aquilo e a trilha sonora que me acompanha desde adolescente. Em seguida, começa a exposição de figurino e cenário usados no filme. Muito legal! Entrei na cabana do Hagrid e até levantei mandrágoras como em uma aula de Herbologia! Hahaha Descemos um nível, e ali se encontrava mais figurino, varinhas, etc. No final comprei um flipbook com duas cenas do filme e alguns lápis na lojinha na qual você é jogado para dentro involuntariamente ao término. Hehehe. Ao sair, um repórter do The New York Times me pergunta se pode me entrevistar para uma reportagem que está fazendo sobre a geração que cresceu lendo os livros e tal. Digo que sim (É CLARO!) e converso alguns minutos com ele. Depois de todo esse dia, a emoção interna é tão única que não consigo lembrar a última vez na qual a senti. Até mesmo minha mãe se emocionou por estar em um lugar tão maravilhoso e tão feliz por ter um filho que pudesse levá-la para conhecer algo tão magnífico. (Palavras dela, hein...hahaha).
Neste dia, resolvemos jantar no restaurante do hotel mesmo porque o cansaço é grande. Muito bem servidos e mais uma noite especial. Good night. J

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